Lobo Solitário (Panini)

Lobo Solitário

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Publicada entre Dezembro de 2004 e Abril de 2007. Foram lançadas 28 edições em formatinho, com 300 páginas em preto e branco. Distribuição Mensal.

Lobo Solitário  é um mangá gekiga que começou a ser publicado no ano de 1970 no Japão, com criação e roteiro de Kazuo Koike (nascido em 1936), também criador de Crying Freeman), e arte de Goseki Kojima (1928-2000). Ainda hoje é considerado uma das obras-primas do mangá, pelo excelente argumento e os belíssimos desenhos de Goseki Kojima, e inspirou várias adaptações para cinema nos anos 1980. Os filmes baseados em Lobo Solitário são conhecidos por sua fidelidade à história do mangá. Entre seus fãs ocidentais está o roteirista e desenhista Frank Miller, que fez as capas para a edição norte-americana.

No Brasil o título foi publicado pela Panini, entre 2004 e 2007, seguindo o formato original japonês em 28 edições.

Sinopse: As histórias de Lobo Solitário se passam no Período Edo da história do Japão. Os personagens principais são Itto Ogami, ex-executor do xogum e seu filho Daigoro.

Os membros do clã Ogami eram destinados a se tornar os executores (kaishakunin), a única autoridade com permissão para matar um daimyo (senhor Feudal). Mas a família Yagyu arquitetou uma farsa para que Itto fosse acusado de traição e condenado ao seppuku: executou todo o clã Ogami, exceto Itto e seu filho Daigoro, então recém-nascido; escondeu em seu templo pessoal uma tábua funerária com o símbolo do shogunato; e preparou uma falsa confissão zankanjo dizendo onde o objeto estaria escondido. Uma confissão zankanjo era uma declaração de culpa assinada com o sangue de um samurai que se matava em seguida. Se o plano tivesse funcionado, o executor seria condenado, cometeria suicídio e deixaria seu posto vago. O clã Yagyu—que já tinha a função de assassinos secretos do shogun—passariam a ser também os kaishakunin. Eles já controlavam os shinobi Kurokuwa, a terceira polícia política do shogun.

Itto não se matou e escolheu trilhar a estrada do assassino (Meifumado). Na tentativa de impedir que Itto escapasse à sentença, o líder dos Yagyu propôs-lhe um duelo. (O simples assassinato do Ogami consistiria de um crime, porque ele ainda carregava a Rosa-malva, um emblema oficial do shogunato). Num duelo de apenas um golpe, Itto matou seu oponente, demonstrando sua excepcional habilidade, mesmo em situações desvantajosas: Itto lutou carregando o filho nas costas e com a luz do sol incidindo em seu rosto. Esta frase de um dos Yagyu descreve bem a dificuldade que Itto enfrentou no duelo:

Kurato luta com o sol poente nas costas… e Ogami está com o filho nas dele[…]Nenhum dos dois luta sozinho, mas o desfecho está claro!

Após a recusa ao suicídio, Itto Ogami passa a andar pelo Japão como um assassino de aluguel, sendo contratado geralmente para matar alvos difíceis e pessoas influentes.


 Galeria de Capas:

Edições 001 ao 005
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Edições 006 ao 010
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Edições 011 ao 015
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Edições 016 ao 020
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Edições 021 ao 025
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Edições 026 ao 028
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