Almanaque do Cebolinha (Abril)

Almanaque do Cebolinha

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Publicada entre Dezembro de 1978 e Maio de 1986. Foram lançadas 08 edições em formatinho, com 96 páginas coloridas. Distribuição Anual.

Cebolinha estreou numa tira para o jornal Folha da Manhã em Outubro de 1960 e depois foi publicado pela Editora Continental na revista do BiduApesar de Cebolinha ser considerado hoje parte da Turma da Mônica, foi criado antes de Mônica (que surgiu em 1963). Cebolinha ganhou sua própria revista em quadrinhos em 1973, quando já existia a revista "Mônica". O personagem também ganhou uma versão adolescente, a Turma do Cebola Jovem em 2010.

Os Almanaques do Cebolinha pela editora Abril republicam as melhores histórias que saíram nos títulos da Mônica e dos outros personagens. O formato da distribuição é anual, mas nas três primeiras edições teve um hiato de dois anos entre uma e outra.

Sinopse: Conforme explica o próprio autor, “nas tiras do Bidu começou a aparecer um menino de cabelos espetados e que trocava o 'r' pelo 'l' quando falava. Era baseado num garoto de Mogi das Cruzes que jogava bola perto da barbearia do meu pai. E foi meu pai que, observando o menino e seu cabelo parecendo com o alto de uma cebola, começou a chamá-lo de 'Cebolinha'. Peguei daí o nome e parte dos detalhes físicos.”

Nas historietas, Cebolinha tem uns oito anos e vive no bairro paulistano do Limoeiro. Essas primeiras tiras até então circulavam basicamente em São Paulo. Mas quando ganharam sua versão em revista, passaram a ser conhecidas em outros estados. E o próprio Cebolinha foi crescendo em popularidade, desbancando os “titulares” Bidu e Franjinha. O nosso troca-letras se tornou então a figura principal da historinha. E logo foi ganhando seus próprios coadjuvantes. Floquinho, seu estranho cachorro verde da raça “Lhasa Apso”, foi um deles. E, na tira de 21 de março de 1963, contracenando com Cebolinha, surgiu a menina Mônica e seu coelho de pelúcia. E aquela garotinha feia, baixinha e dentuça acabaria, por sua vez, desbancando o próprio Cebolinha, tornando-se o carro-chefe do universo “mauriciano”.

Mas naquele ano de 1963 Cebolinha ainda era o principal personagem de Mauricio. Em 8 de setembro daquele ano, o popular menino dos cabelos espetados ganhou também uma versão em cores, no “Suplemento Folhinha” (encarte da “Folha”).


 Galeria de Capas:

Edições 001 ao 005
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Edições 006 ao 008
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